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Terça-feira, 27 de Fevereiro de 2007

Opinião da Patrícia

Patrícia:
"A Lua de Joana”…Foi já há uns anitos que me deixei levar por toda a história desta obra. Li a primeira vez e adorei. Não só por toda a história que conta, mas também pela maneira como toda a história é descrita. De uma forma simples a autora cativa-nos e prende-nos à leitura. A história de Joana é um exemplo de tantas histórias semelhantes que acontecem todos os dias na nossa sociedade. Devido à influência de amigos, a problemas que querem esquecer, a situações conflituosas a nível familiar, os adolescentes ou até adultos acabam por entrar neste Mundo tão escuro. Marta, foi um exemplo destes casos. Joana sofreu imenso com toda esta situação, afinal Marta era a sua melhor amiga. Como se isso não chegasse, Joana tem uma família ausente. A única pessoa que ainda a compreendia, a sua avó, acaba também por falecer. Apenas o irmão da falecida Marta ainda a ouvia. Sentindo-se ambos frágeis e sem se conseguirem apoiar um ao outro acabam também eles por entrar no terrível mundo da droga.
Na verdade, toda a história nos pretende alertar para algo que todos os dias passa tão despercebido nas nossas vidas. O nosso relógio não pára e é terrível a forma como só quando algo corre mal as pessoas reparam no tempo desperdiçado. Comecem a tentar aproveitar cada minuto da vossa vida. Ninguém sabe o que acontecerá amanhã. Aproveitem o tempo com a família, com os amigos, com todos. Digam tudo o que sentem. A história “A Lua de Joana” é apenas um exemplo de como o tempo é precioso. Num instante tudo pode mudar e nesse momento a única coisa boa que podemos guardar é a certeza que aproveitamos o tempo da melhor maneira que sabíamos.
Quem não leu, descubra o que guardamos no nosso blog e depois vão ter com toda a certeza uma enorme vontade de ler. Deixem-se levar pelas páginas e por toda a magia em que a autora nos consegue envolver.
 
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Opinião da Mariana

Mariana:
Livros simples. Livros rebuscados. Livros finos. Livros volumosos. Livros entusiasmantes. Existe de tudo um pouco neste mundinho tão pequeno como o nosso.
 “A Lua de Joana” é um livro simples mas cheio de conteúdo… Um livro para todas as idades, para quem gosta de ler e/ou simplesmente se interessa por problemas actuais da nossa sociedade.
Ente conjunto de páginas leva-nos até a um mundo obscuro, o mundo da droga, onde a vontade de saciar um vício é superior á própria vontade de viver.
Quantas vezes não nos deparamos com este problema ‘ao virar da esquina’? Quantas vezes assistimos a casos fatais como o do livro? Algumas, certamente. Nada disto é utopia. E como ajudar essas pessoas? Embora o livro nos transporte para o lado mais fatal dos casos, também podemos ter outras interpretações como, por exemplo, a importância da família e dos amigos nestes e noutros momentos.
É um livro fácil de ler mas cheio de conteúdo real com os quais lidamos diariamente. São páginas e páginas seguidas e encadeadas de forma a entusiasmar o leitor e fazendo-o pensar acerca destes problemas.
Em suma, é o livro simples, entusiasmante e em bom português.
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Opinião da Mané

Mané:
A Lua de Joana é uma história triste. Mas a vida também tem destas histórias, e não são poucas. São com elas que aprendemos a viver e a ser felizes. Ao lermos este livro, não podemos deixar de pensar na forma como, várias vezes, deixamos para traz aquilo que realmente importa na nossa vida.
Este livro pode ser considerado uma espécie de diário porque a personagem principal escreve cartas para uma amiga que já morreu.
Trata-se de uma história de uma rapariga chamada Joana, que perdeu a sua melhor amiga, quando esta se envolveu com as drogas. Joana interrogava-se tentando entender o que tinha levado Marta a fazer aquilo. Como forma de desabafo, Joana escreve cartas a Marta contando-lhe tudo o que se passa na vida dela, desde o problema mais simples ao mais complexo. Joana era uma rapariga exemplar, mas tudo mudou quando ela se envolveu com uma amiga de Marta, a Rita e com o próprio irmão de Marta, o Diogo, ambos envolvidos no mundo da droga. Devido à morte da sua avó, uma pessoa pela qual Joana tinha um carinho enorme, e à falta de atenção e de diálogo por parte dos pais, ela começou-se a sentir só e as únicas pessoas que lhe deram atenção foram a Rita e o Diogo. Ela começou a vender as suas coisas, para conseguir dinheiro, para ajudar Diogo, acabando também ela por se envolver com as drogas. Um dia ela olhou-se ao espelho e reparou como tinha mudado, entendendo agora, como, tão facilmente Marta se tinha envolvido com a droga. Joana tentou abandonar as drogas, mas já foi tarde de mais.
É interessante ver a vida desta personagem, como ela se transforma ao longo dos dias e dos anos. Apesar de tudo, este livro mostra-nos a realidade dos dias de hoje: o grande problema que a droga é para todos, para a família, para os amigos e para a própria pessoa que comete esse erro. Sim, porque a droga não é um problema individual mas sim da sociedade.
 
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Opinião da Maria

Nesta última semana vamos tentar postar todos os dias. Hoje, apresentamos uma breve opinião de cada uma acerca da obra “A Lua de Joana”. Espero que tudo aquilo que descrevemos seja mais uma razão para lerem a obra. Para o post não ser tão extenso pusemos uma opinião por post. Pedimos desculpa pelo tamanho dos textos, mas achámos que a melhor forma de vos mostrar que vale a pena ler “A Lua de Joana” seria verem o quanto aprendemos com esta.
Nota: O “Pois é” da entrevista do post de ontem é da autoria do Martim e do Diogo. A eles um obrigado.
 
Maria:
O que se pode dizer sobre este livro? Bem, na verdade é um livro com uma grande lição de vida para todos nós. Mostra-nos o caminho, a dor, o sofrimento, o vício, o errado e todo o mal que a droga pode provocar num ser humano.
Tudo acontece com “deixa-me experimentar”, o que vai conduzir a um vício, que é muito complicado de vencer e ultrapassar. É preciso muita coragem e força de vontade para se conseguir vencer.
O livro acaba de forma trágica, pois Joana, a protagonista, não consegue sobreviver. Na realidade é o que acontece inúmeras vezes, pois a vida não é um conto de fadas (por mais que gostaríamos que fosse). Cada um de nós deve ter consciência do que se passa à sua volta e de tentar ajudar, se for o caso.
Principalmente, o importante é que cada um de nós não evite, não fuja dos problemas pois eles são inevitáveis. Há sempre qualquer coisa na nossa vida que não gostaríamos que assim fosse, mas não é por isso que devemos findá-la. A vida é, simplesmente, o bem mais preciosos que cada um de nós tem e devemos aproveitá-la ao máximo e, se nos aparece um problema, devemos enfrentá-lo (mesmo que isso nos custe) pois só assim conseguimos ser felizes. E, quando não nos sentimos com forças, podemos e devemos procurá-las junto dos nossos familiares e dos nossos amigos, pois eles vão estar sempre lá para aquilo que precisarmos, pelo menos os que nos amam verdadeiramente.
Devemos estar sempre com atenção ao que se passa à nossa volta, pois muitas vezes é onde há alguém que precisa de ajuda e não o vemos, porque, normalmente estamos demasiadamente preocupados connosco, com as nossas coisas, com os nossos problemas.
Não devemos ser um “pai da Joana”, não devemos estar ausentes na vida daqueles que mais amamos, devemos estar junto deles, perto deles, (sem sufocar), devemos estar perto o suficiente para que sintam que estamos lá sempre que precisam e, principalmente prontos a ajudar, seja de que maneira for.
Ao ler este livro aprendemos muita coisa que, provavelmente, antes não nos tínhamos apercebido. É mesmo interessante e fascinante. Uma obra mesmo bem escrita que consegue demonstrar os problemas da droga e da sociedade em geral.
 
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